terça-feira, 20 de setembro de 2011

Espaço - Tempo


Ontem estive vendo umas postagens antigas...

Nelas pude perceber que o título do texto nunca tinha muito haver com o texto em sí...
Acho que com a excessão dos primeiros, meus textos são um tanto doidos demais. Mas hoje em dia quem não é doido demais ?
Por falar em doideras... A minha vida tem sido uma doidera só. Eu e o Bruno estamos ficando velhos. Isso é um fato irrefutável. Mas como alguém com seus vinte e poucos anos pode ser velho? Sinceramente eu pensava que era impossivel...Mas o tempo me mostrou uma realidade diferente. Isso me assusta. Porquê? Vou explicar: Eu e o Bruno estavamos meio pra baixo numa rotina sem fim ( e eu como ariana detesto rotina, sabe como é né?) Então decidimos: Vamos sair no sábado a noite! Que ótima idéia! E para onde vamos? Depois de nos decepcionarmos em saber que não poderíamos ir na Led ou no Kazebre (por motivos únicos e exclusivos de culpa dos dois locais) decidimos por fim que iriamos ao Aeroflith. Ótimo, afinal, fomos lá com 1 semana de namoro e nos divertimos muito (na época que eu enganava meu amor fingindo ser tímida hahaha). Nos programamos, nos encontramos e lá vamos nós para a noite!
Saímos as 10:30 da noite e chegamos lá por volta das 11:00. Estava vazio ainda. Fomos pegar uma bebida. Como parei de tomar minha cerveja sagrada (mais por falta de companhia do que por falta de vontade), acabei escolhendo uma smirnoff (ou seja lá como se escreve), e meu namorado (para minha grande surpresa) um Sex and the Beach... Nos sentamos, naquela sala lúgubre, a luz de velas e ao som de música anos 80 meio gótica, e depois de dois goles da minha bebida eu já estava com o estomago embrulhado! (eu sei, também fiquei chocada, logo eu que bebia e fumava mais que uma caipora!) o Bruno por sua vez, gostou da bibidinha nova, e tratou de beber a dele -e me deixando mais chocada ainda- e a minha! Tomou tudo em menos de 5 minutos e em menos de 5 goles! Suspeitei que ele fosse passar mal, afinal, ele não é acostumado a beber. Fomos dançar. Vou ser sincera e vou correr o risco de arrumar briga com os góticos: Você ão sabem dançar! Definitivamente, vocês não tem ritmo! E o pior, é que, ao tentar seguir o ritmo da música naquele local, me senti constrangida e fui obrigada e dar passinhos pra lá e pra cá como todos ali... O Bruno relembrou sua época gotica e arrasou claro... Eu tambem arrasei, provavelmente com os pés dele... O caso é que depois de um tempo, ele me tirou da pista de dança e me levou para o sofá, logo pensei "humm, hora dos amassos", nesse momento ele me diz: Amor, acho que estou passando mal... Eu quis rir tanto! Mas como era uma noite especial me forcei a dizer: vamos embora então. Ele disse que não queria estragar nossa noite, mas imagina se ele realmente começasse a passar mal se a noite não ia pro beleléu? Prefiri mesmo curtir o resto da noite em casa. Saimos de lá as 11:30, chegamos em casa 00:00. 
O que mais me intriga é o "estado" em que chegamos em casa... Eu, cansada , morrendo de vontade de tirar aquela roupa maluca (um macacão super-sexi frente-única) e ele passando mal... Ainda bem que não fomos com a turma, pois eles iriam nos irritar pro reso da vida... Mas foi uma boa noite, foi bom poiss descobrimos que estamos ficando velhos, e isso é uma coisa que eu pretendo mudar... Night..Ai vamos nós!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O que há de nós?

A vida passa cada dia a um passo diferente. As vezes corre, as vezes caminha mais lento e breve que um suspiro. O que acontece é escolhermos como a viveremos, ou com quem. Amor, é algo tão lindo, puro e tão almejado, que as vezes não conseguimos identificar com certeza quando o achamos. Pensamos em amar, pensamos que amamos. Levamos a vida na calmaria das águas, esperando o dia de amanhã, achando que sentimos o máximo do sentimento e que este não poderá ser sobrepujado. Mas com o amor, vem os testes de merecimento, e só passando por estes você poderá desfrutar inteiramente do que ele pode proporcionar. 
Eu cheguei a um patamar onde ou eu avanço, ou eu retrocedo. Mas não tenho condições de estacionar. Esse marco se dá quado você descobre que não consegue mais suportar a distância que separa o ser almejado, mesmo que esta distância seja de algun bairros, alguns minutos. E nesse momento, você percebe que existe um mundo inteiro entre vocês. E você teme que neste mundo de pessoas alguém consiga despertar a atenção de seu bem-querer. Você teme tanto perder a pessoa que acaba perdendo a cabeça e colocando tudo a perder. 
Eu cheguei neste ponto. Enciumei, e coloquei o mundo como inimigo. Agi como uma criança egoista que esconde o brinquedo pra ninguem poder brincar.  Eu enlouqueci ao ponto de tentar abrir mão do meu amor, só pra não sofrer a dor de ser deixada. Mas ele nunca me deixaria. Ele nunca me deixara. Pelo menos, é o que me promete. 
Eu cheguei neste ponto e foi ele que me mostrou a luz. Que me fez ver que existem  mais degraus a subir. Que posso avançar, que juntos avançaremos e seremos um, seremos uma familia, seremos um do outro... O maior problema é a paciência que não tenho. Não quero esperar pra subir estes degraus... Então que prazo ou velocidade devo estipular para que o degrau seja construido? O que fazer para apressar essa construção? Me segurar é algo  tão dificil que não sei como fazê-lo... Preciso não de tempo...Preciso de paciência...Mas como uma ariana consegue paciência?? É mais fácil conseguir uma distração...Mas que tipo de distração? Jogos? Trabalho extra? Não sei....Alguma idéia?